Jorge Viana será lembrado como “coveiro do PT se compor com “golpistas” nas eleições do Senado, diz internauta - NOVA IPOJUCA - NOTÍCIAS

Notícias Quentes

Post Top Ad


Post Top Ad

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Jorge Viana será lembrado como “coveiro do PT se compor com “golpistas” nas eleições do Senado, diz internauta




É fato que a Primeira-Secretaria do Senado ficará com o PT nas eleições da nova mesa-diretora previstas para 1º de fevereiro. Os senadores José Pimentel e Jorge Viana disputam o cargo. Nas redes sociais, porém, o parlamentar acreano é muito pressionado a desistir do acordo costurado pelo senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), virtual presidente para o biênio 2017-2018.
“O senhor é contra compor com os golpistas, não é mesmo? Porque, se não for, saiba que será lembrado como coveiro do PT, traidor da militância e espantador de simpatizantes e farinha do mesmo saco dos golpistas. Não há argumento que sustente tal posição. Por favor, nos conte qual é a sua”, escreveu a internauta Andréa Mostaço na página do senador no Facebook.
“A Direção Nacional do Partido dos Trabalhadores ainda não entendeu que aconteceu um GOLPE contra a ex-presidenta Dilma Rousseff? Apoiar Eunício Oliveira é fortalecer Michel Temer e seu Projeto de desmonte do país, e retirada de todos os direitos da classe trabalhadora? A militância petista se sente TRAÍDA. As migalhas na Mesa Diretora é maior que o Projeto das Esquerdas? É uma Vergonha”, protestou Daniel Pearl Bezerra. Jorge Viana não respondeu as provocações. O PT nacional liberou seus deputados e senadores para votar, ainda, em Rodrigo Maia (DEM-RJ), que deve ser eleito presidente da Câmara Federal.
“É pior do que só apoiar. É um apoio envergonhado, que gostaria de passar despercebido”, espetou o jornalista Gustavo Gindre. “Na minha opinião, pelo critério da proporcionalidade, a indicação é do PMDB e, como tal, em princípio, o nome que for apresentado pelo PMDB terá o nosso apoio”, afirma o líder do PT, senador Humberto Costa (PE). Dividido, o partido deve reunir maioria em torno de Eunício, citado em delações premiadas da Lava Jato, acusado de receber R$ 2,1 milhões da Odebrecht em troca da aprovação de uma medida provisória. Ele ainda não responde a inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) e obteve uma certidão de “nada consta” da corte.


Tecnologia

Post Top Ad