Pastor afirma que medidas tomadas por Donald Trump são cumprimento de antiga profecia - PR. REGINALDO SILVA

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Pastor afirma que medidas tomadas por Donald Trump são cumprimento de antiga profecia


“Castigarei Bel na Babilônia e o farei vomitar o que engoliu. As nações não mais acorrerão a ele. E a muralha da Babilônia cairá”. Esse versículo (Jeremias 51:44) está sendo apontado como uma profecia que, ao assumir a presidência dos Estados Unidos, Donald Trump cumpriu.
O pastor Saeed Abedini, iraniano naturalizado norte-americano, afirmou em sua página no Twitter que a postura de Trump em relação aos extremistas muçulmanos – em especial com o Estado Islâmico – é correspondente ao que o profeta previu no Velho Testamento.
“Continue em frente, presidente Donald Trump, você e sua equipe estão no caminho certo. Agora, Estado Islâmico, mostre-nos o poder de seu falso deus, Alá”, disse o pastor. Bel era um deus babilônico representado pela lua, e como o símbolo do islã é o crescente lunar, muitos muçulmanos associam o anitgo ídolo à sua crença atual. Já o Iraque, que tem parte de seu território ocupado pelo Estado Islâmico, está localizado onde um dia foi o império da Babilônia.
Abedini foi solto pelo Irã há pouco mais de um ano, após uma longa negociação do governo Barack Obama com as autoridades do país. Porém, desde o começo da campanha eleitoral, o pastor apoiou as propostas de Trump, e após sua vitória, aprovou a escolha de James Mattis para ocupar o posto de Secretário de Defesa. O novo responsável pelas forças armadas dos EUA bombardeou diversos acampamentos do Estado islâmico no seu primeiro dia à frente do posto.
A postura mais agressiva dos Estados Unidos sob o comando de Trump traz também outra novidade: ao contrário da postura adotada por Obama – que combatia o Estado Islâmico sem dialogar com a Rússia, que luta contra os mesmos extremistas -, agora os militares se articulam com a potência liderada por Vladmir Putin.
O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse que as ações contra o Estado Islâmico continuarão acontecendo em conjunto com a Rússia: “Se há um meio para combater o Estado Islâmico com qualquer país – seja a Rússia ou seja outro – e se compartilhamos um interesse nacional sobre a questão, então, claro que somos a favor”, explicou, de acordo com informações do Charisma News.
Fonte: noticias.gospelmais.com.br

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