Caso ocorreu, nesta terça-feira (11), no Presídio Juiz Antônio Luis Lins de Barros (Pjallb), uma das unidades do Complexo do Curado, localizado na Zona Oeste. Vítima foi morta a tiros e agentes apreenderam duas armas.

Vista aérea do Complexo Prisional do Curado, no bairro do Sancho, no Recife (Foto: Reprodução/TV Globo)

Presídio Juiz Antônio Luis Lins de Barros (Pjallb), uma das unidades do Complexo Penitenciário do Curado, na Zona Oeste do Recife, registrou mais uma morte nesta terça-feira (11). Um detento matou a tiros outro preso, que saiu de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, para participar de uma audiência na capital. Segundo o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, houve uma vingança, uma vez que a vítima havia matado o pai e o irmão do rival.
“O preso estava esperando a vítima na entrada para a audiência. Ele esperou para matar o homem que matou seu pai e seu irmão. Foi um crime de vingança”, pontuou o secretário.
O autor dos disparos e outro detento, que o ajudou na ação, foram presos e encaminhados para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Após o crime, agentes realizaram uma vistoria no presídio. Duas armas de fogo foram apreendidas.
A vítima estava presa em Petrolina e havia chegado ao Pjalb, na noite da segunda-feira (10), para uma audiência. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Apreensões

No sábado (8), uma mulher foi presa ao tentar entrar com maconha e crack no Complexo do Curado. Ela levava 1,6 quilo de drogas junto ao corpo. Ela queriam entregar os entorpecentes ao marido durante a visita íntima.
Agentes penitenciários de Pernambuco apreenderam quase 4,5 quilos de drogas escondidos em embalagens de amido de milho e café, no domingo (9). A ação ocorreu no Centro de Observação e Triagem Criminológica (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife.

Outra ocorrência

No dia 26 de junho deste ano, um preso morreu durante uma confusão no Complexo Prisional do Curado. Dois agentes penitenciários também ficaram feridos.
O Secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, informou que a confusão se originou em uma tentativa de fuga. Os presos tentaram escapar pela gaiola [área administrativa] e os agentes reagiram para evitar. A chamada 'gaiola' é uma áera entre duas grades de proteção, que dá acesso a área interna e outra permite a saída do presídio.
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