Segundo delegado, suspeito se passava por funcionário de uma empresa de maquinetas para obter os equipamentos. Com ele, foram apreendidas 75 máquinas.

Máquinas de cartões de crédito apreendidas com suspeito (Foto: Elvys Lopes/TV Globo)
m homem, de 34 anos, foi preso em flagrante por furtar máquinas de cartões de crédito. Detido também por estelionato, o suspeito se passava por funcionário de uma empresa de maquinetas para cometer o crime. De acordo com a Polícia Civil, ele revendia os equipamentos para quadrilhas de clonagem de cartão.
A prisão ocorreu no estacionamento de um supermercado no bairro da Torre, Zona Norte do Recife, na segunda-feira (2). Os detalhes foram divulgados pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (3), durante coletiva na sede do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), em Afogados, Zona Oeste da capital.
Segundo o delegado João Gustavo Godoy, o homem se apresentava no estabelecimento comercial como funcionário de uma empresa de máquinas de cartões de crédito. Ele mostrava uma ordem de serviço e dizia que o equipamento estava com defeito ou que o proprietário da loja estava desabilitado a ficar com a máquina.
“As máquinas eram revendidas, eram repassadas para o jogo do bicho ou então para quadrilhas de clonagem de cartão. Ele roubava e enviava esses equipamentos para a cidade de Campinas [SP]”, pontuou o delegado.
Com o suspeito foram apreendidas 75 máquinas de cartões de crédito e um notebook com informações de cartões já clonados. “Ele usava essas informações para pagar suas despesas e financiar uma vida de festas”, afirmou o delegado.
Investigações em outros estados
Há informações de que o homem teria cometido esse mesmo crime nos estados do Rio Grande do Sul e Bahia. “Houveram golpes aqui em Pernambuco, mas o forte da organização é no estado de São Paulo”, destacou o delegado.
A polícia apura também a participação de outras pessoas no esquema criminoso. “É uma organização criminosa com pessoas financiando, com gente de dentro, funcionários das empresas, fornecendo as informações onde estavam as máquinas e como recolher. Tem também as pessoas que compram e as que clonam os cartões”, finalizou.
g1.com/pernambuco






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